terça-feira, 16 de abril de 2019

SORTER LOGÍSTICO DE MODALIDADES DE TRANSPORTES


SORTER LOGÍSTICO DE MODALIDADES DE TRANSPORTES - SORTER INTERMODAL

SORTER PLAYER

Conheça esse jogo que realiza em uma plantaforma uma imaginária distribuição através de um sorter de intermodalide, que intercala as distribuições de volumes entre os modais rodoviário, aéreo e marítimo.






segunda-feira, 15 de abril de 2019

INCOTERMS


INCOTERMS





E de Ex 
(PARTIDA - Mínima obrigação para o exportador)

  • EXW - Ex Works


F de Free 
(TRANSPORTE PRINCIPAL NÃO PAGO PELO EXPORTADOR)

  • FCA - Free Carrier
  • FAS - Free Alongside Ship
  • FOB - Free on Board

C de Cost ou Carriage 
(TRANSPORTE PRINCIPAL PAGO PELO EXPORTADOR)
  • CFR - Cost and Freight
  • CIF - Cost, Insurance and Freight
  • CPT - Carriage Paid To
  • CIP - Carriage and Insurance Paid to

D de Delivery 
(CHEGADA - Máxima obrigação para o exportador)

  • DAT - Delivered At Terminal
  • DAP - Delivered  At Place
  • DDP - Delivered Duty Paid



Atualmente são onze os Incoterms listados e divididos acima. Sua última atualização aconteceu no ano de 2010, em que foi reduzido de 13 para 11 o número de códigos com a exclusão de quatro termos da versão 2000.



Os International Commercial Terms – Incoterms – ou Termos Internacionais de Comércio são regulamentações que determinam aspectos e detalhes do comércio internacional de produtos. Estas normas determinam, por exemplo, quem é o responsável pelo frete, qual será o ponto de entrega, quem fica responsável pelo seguro da carga e etc. Estes termos são indispensáveis para quem negocia produtos no exterior. Pois com eles é possível projetar e conhecer todos os gastos da negociação – para pequenas empresas que façam comércio exterior, é crucial.


Vale ressaltar que as normas estabelecida pelo Incoterms são aplicáveis apenas a ambas as partes do negócio – importador e exportador. Os intermediários e agentes paralelos – transportadores, despachantes, seguradoras – não são compreendidos pela regulação dos Incoterms.

Um breve histórico dos Incoterms

Os Incoterms foram desenvolvidos pela Câmara Internacional do Comércio (CIC), em 1936. Em mais de oitenta anos de história, os Incoterms foram modificados e atualizados por consecutivas vezes para conseguir atender e se atualizar à modernidade e as novas características das operações logísticas e financeiras. Sua criação foi um esforço de acabar com as indefinições e conflitos que eram recorrentes no comércio internacional por conta de erros de interpretação de contratos, medidas e outras diferenças estruturais. Os Incoterms são representados por códigos compostos de três letras.

Os Incoterms, suas características e suas funções

A função dos Incoterms é promover harmonia e precisão nos negócios de comercialização internacional. Para isso, é necessária uma completa e correta interpretação de seus termos para que não haja ruídos de comunicação e falta de cumprimento de tarefas entre as partes. É importante ressaltar que os incoterms são apenas cláusulas do contrato, e não o contrato como um todo, portanto, as partes têm total liberdade para fazer a negociação de suas mercadorias, enquanto os Incoterms discorreram sobre assuntos como os custos, riscos e características da entrega do bem negociado.
NOVIDADES: Atualmente, são onze os Incoterms. Sua última atualização aconteceu no ano de 2010, em que foi reduzido de 13 para 11 o número de códigos com a exclusão de quatro termos da versão 2000. Além da inclusão de dois novos. Porém, se ambas as partes envolvidas no negócio tiverem mútuo interesse, os Incoterms antigos podem ainda ser utilizados em negociações específicas. Os Incoterms excluídos da versão 2010 são os seguintes: DAF (Delivered at Frontier), DES (Delivered Ex-Ship), DEQ (Delivered Ex-Quay), DDU (Delivered Duty Unpaid). Os Intercoms incorporado à regulamentação atual são DAT (Delivered at Terminal) e DAP (Delivered at Place).
Um dos principais assuntos sobre os quais discorrem os incoterms são os custos da negociação. Estes custos compreendem: custo de exportação – despachante aduaneiro; taxas de portos e aeroportos; fumigação e transporte interno. Contempla também custos de frete internacional quando há longo curso e seguro internacional.

Categorias de Incoterms

Os 11 atuais incoterms são divididos em quatro categorias que listamos a seguir. As categorias são: E – Partida; F – Transporte Principal Não Pago, C – Transporte Principal Pago e DE – Chegada. Nos próximos tópicos serão apresentadas as principais características de cada incoterm dentro de seu grupo.


Grupo E – referente à partida

Para esta categoria de Incoterm, tanto o produto como a fatura precisam ficar à disposição do importador no estabelecimento que faz a exportação. Nestes casos, todos as despesas que ocorrem a partir do momento da entrega da mercadoria ficam por responsabilidade do importador, deixando o exportador sem nenhum custo. O exportador deve prestar apoio e assistência ao importador quando solicitado para a obtenção de algum documento necessário ao despacho do produto. Qualquer via de transporte (modal) com Seguro Facultativo pode utilizar este Incoterm.

Grupo F – Transporte Principal Não Pago

FCA – Franco Transportador (para local designado). Nesta categoria, quem exporta fica responsável pela entrega das mercadorias e seu desembaraçamento para a exportação até que fiquem sob a custódia do transportador no local indicado por quem faz a importação. Pode ser utilizada com qualquer tipo de transporte, incluindo transportes multimodais. O seguro é facultativo.
FAS – Franco ao longo do navio (com porto de embarque designado). Neste tipo de negociação internacional, as obrigações do exportador acabam quando a mercadoria é colocada, já desembaraçada, no cais para ser disposta no navio de transporte. Deste momento em diante, todas as responsabilidades e riscos ficam por conta do importador. Ele deve, inclusive, pagar as despesas do porto em colocar a mercadoria no interior do navio. Incoterm utilizado para transporte marítimo ou hidroviário, com seguro facultativo.
FOB – Franco a bordo (com porto de embarque designado). Para esta categoria de Incoterm, as responsabilidades do exportador se encerram no momento em que a mercadoria é colocada dentro do navio. Portanto, todas as despesas até este momento, incluindo eventual transporte hidroviário interior, devem ficar a cargo de quem exporta. A partir do momento que a mercadoria está dentro do navio internacional, os riscos e encargos passam a ficar por conta do importador. O seguro é facultativo.

Grupo C – Transporte Principal Pago

CFR – Custo e frete (com porto de destino designado). Para esta modalidade de Incoterm, o exportador deve levar a mercadoria, às suas expensas, ao ponto de transporte escolhido pelo importador. O custo do frete também fica por conta do exportador. Nestes casos, o importador fica responsável pelo seguro e pelo desembarque da mercadoria no porto de recebimento. Nesta modalidade, o exportador precisa desembaraçar a mercadoria e utilizar transporte hidroviário interior ou marítimo. O seguro é facultativo.
CIF – Custo, seguro e frete (porto de destino designado). Esta modalidade é bastante semelhante a anterior, com a diferença de que aqui o exportador também fica responsável por pagar o seguro do transporte da mercadoria. O exportador é incumbido de entregar a mercadoria ao navio, com frete e seguro já pagos. A responsabilidade de quem exporta acaba quando a mercadoria é retirada do navio no porto de destino. Modalidade só pode ser utilizada para transporte hidroviário interior ou marítimo. Seguro internacional obrigatório.
CPT – Porte pago até (local de destino designado). Assim como os anteriores, neste incoterm os custos de transporte da mercadoria ficam por conta do exportador. A diferença está na parte que diz respeito ao custo de seguro, que foi transferido para o importador quando os produtos forem entregues à custódia do comprador. Outra diferença é que este Incoterm pode ser utilizado para qualquer meio de transporte.
CIP – Porte e seguro pagos até (local de destino designado). Esta modalidade se assemelha ao CPT, em que os termos de comércio internacional podem ser aplicados a qualquer tipo de meio de transporte, e não apenas meios hidroviários. A diferença deste em relação ao anterior é que aqui o exportador também fica responsável pelos encargos de seguro da carga, e não apenas de seu frete. As responsabilidades do exportador acabam quando o produto é entregue.


Grupo “D” ( Referente à chegada)

DDP – Entregue com direitos pagos (com local de destino designado). Esta é a modalidade de Incoterm que determina mais responsabilidades para o exportador. Nela, quem exporta fica responsável por todo o frete da mercadoria, sua chegada no porto, os encargos de importação no país destino e o transporte interno até o ponto de destino designado pelo importador. A única despesa com a qual o exportador não é responsável por arcar é o desembarque da mercadoria no porto de destino.
DAT – Entregue no terminal (terminal designado no porto ou no local de destino). Esta modalidade estabelece menos responsabilidades para o exportador, e pode ser utilizada para qualquer tipo de transporte. Nela, o exportador pode deixar a mercadoria à disposição do importador em um porto ou em algum galpão próximo ao ponto de destino para que o importador, por sua vez, arque com os gastos subsequentes, desembarace e faça o processo de importação da mercadoria por sua própria conta.


DAP – Entregue no local (com local de destino designado). Nesta modalidade, o exportador tem ainda menos responsabilidades. Ele arca com frete e seguros, mas pode encerrar suas responsabilidades com a mercadoria ainda dentro do navio no porto de destino. O processo de desembaraçamento, importação e transporte interno no país de destino fica por conta do importador.
Agora que você já conhece os onze tipos de Incoterms que estão atualmente em vigor, é importante conhecer ainda alguns detalhes adicionais. Quando se fala em “importador arca com os custos” ou “exportador arca com os custos”, não pense que eles os fazem por cortesia ou por gentileza. Todos os custos que um ou o outro arcam estão inclusos na negociação. Basicamente, o que se decide com os Incoterms é quem será o responsável por realizar os pagamentos e lidar com todo o aparato burocrático do transporte, seguros e outros gastos adjacentes.
Certamente, é possível que importadores ou exportadores façam ofertas especiais com preços diferenciados para um ou outro Incoterm, mas todos estes detalhes variam de acordo com cada negociação e com cada produto negociado. Via de regra, os Incoterms geralmente são apenas detalhes do contrato que estabelecem como estes detalhes logísticos serão executados para garantir um bom andamento da negociação e da entrega das mercadorias comercializadas.
Pequenas empresas que começam a negociar com mercado exterior devem reservar especial atenção para esta parte do comércio, pois uma boa administração e execução do Incoterms pode fazer com que a negociação aconteça de forma muito mais eficiente e, por consequência, se economiza dinheiro no processo. Note que a tendência, na maioria dos casos, é que o exportador seja responsável por arcar com os gastos de transporte e segurança, às vezes, até mesmo da própria importação. Por isso, ao exportar, conte com uma forte assessoria logística que dê conta de realizar os serviços e evitar aborrecimentos.


Vale ressaltar também que as regras dos Incoterms são internacionais, portanto, válidas para qualquer negociação que envolva partes de mais de um país. Se você vai negociar com a China, com os Estados Unidos, com a França, com o México ou com a África do Sul, as obrigações ainda serão as mesmas, de acordo com a regulação e o tipo de contrato assinado entre as partes de exportação e importação. Para todos os efeitos, os Intercoms ainda possuem validade jurídica, ou seja, são reconhecidos pelas autoridades em caso de eventuais conflitos.

Pré-requisitos

Lembre-se que para poder exportar, sua empresa precisa cumprir com alguns critérios mínimos e burocracias para com o Estado brasileiro. Sua pessoa física ou jurídica precisa estar inscrita no Registro de Exportadores e Importadores (REI), administrada pela Secretaria de Comércio Exterior.

Esteja sempre preparado

O mercado de Comércio Exterior, tanto para exportação como para importação, pode ser um negócio extremamente lucrativo, mas é necessário sempre tomar alguns cuidados. Acompanhe sempre a cotação do Dólar americano e de outras moedas importantes para saber como se comportar diante do mercado e de seus concorrentes. Conheça bem quem divide este mercado com você para oferecer diferenciais em relação à concorrência.
Cuidado nunca é demais. Como exportar é um processo que envolve o cumprimento de uma série de regras e a atenção a uma grande quantidade de legislações e burocracias, tenha sempre profissionais aptos a realizar a consultoria necessária para que sua empresa não cumpra nenhuma infração ou imprecisão que possa causar aborrecimentos e prejudicar seus negócios.
O site oficial da Câmara Internacional do Comércio (ICC) possui informações relevantes (em inglês) e todas as obrigações na íntegra que importadores e exportadores devem atender quando forem se lançar ao mercado internacional de produtos.
Atente também para as características aduaneiras e tributárias de cada país com que se negocia. Estes valores podem representar uma parcela relevante dos custos de uma negociação e podem interferir nas compras ou vendas. Considere os comportamentos de blocos econômicos (Nafta, UE, Mercosul e outros), pois eles também podem influenciar sobre estas regulamentações locais.
Desenvolva suas técnicas e passe a oferecer um serviço competitivo que apresenta tantas vantagens quanto as empresas locais do país com quem se pretende negociar. Isto representa um aumento de concorrência, o que se traduz em aumento de qualidade e melhoria na economia brasileira.


sábado, 13 de abril de 2019

A Logística de Alexandre O Grande


A Logística de Alexandre O Grande


Alexandre, o Grande, é bem conhecido por suas táticas no campo de batalha. Um aspecto que muitas vezes é esquecido é que a vitória no campo de batalha requer tropas bem supridas. Isto é especialmente verdade, porque a conquista de Alexandre cobria uma vasta área e era organizada logísticamente para atingir metas diárias e ou de longo prazo.

Ilha das Flores - Visão Logística Holística


Ilha das Flores - Visão Logística Holística



FATOS

A Ilha das Flores está localizada à margem esquerda do Rio
Guaíba, a poucos quilômetros de Porto Alegre. Para lá é levada
grande parte do lixo produzido na capital. Este lixo é depositado
num terreno de propriedade de criadores de porcos. Logo que o
lixo é descarregado dos caminhões os empregados separam parte
dele para o consumo dos porcos. Durante este processo começam a
se formar filas de crianças e mulheres do lado de fora da cerca,
a espera da sobra do lixo, que utilizam para alimentação. Como as
filas são muito grandes, os empregados organizam grupos de dez
pessoas que, num tempo estipulado de cinco minutos, podem pegar o
que conseguirem do lixo. Acabado o tempo, este grupo é retirado
do local, dando lugar ao próximo grupo.

O FILME

A idéia do filme é mostrar o absurdo desta situação: seres
humanos que, numa escala de prioridade, se encontram depois dos
porcos. Mulheres e crianças que, num tempo determinado de cinco
minutos, garantem na sobra do alimento dos porcos sua alimentação
diária. Esta situação absurda será mostrada de uma forma absurda.
O filme será estruturado como um documentário científico, do tipo
"Wild Life". A câmera vai seguir um tomate, desde a sua plantação
até o consumo por uma criança da Ilha das Flores, passando pelo
supermercado e pela casa de uma consumidora. Todas as informações
do texto serão ilustradas, da maneira mais didática possível. A
narração será feita no padrão normal dos documentários, sem
qualquer tom caricato e sem emoções.

INFLUÊNCIAS

As principais influências deste filme são: a arte de
identificação, Kurt Vonnegut Jr., Meu Tio da América, as matérias
da RBS TV enviadas de Tramandaí, a Enciclopédia Conhecer e os
documentários "Wild Life". O público alvo, assim como o do disco
metálico de informações enviadas a Plutão pela NASA, são os seres
extraterrestres, se eles existirem. O texto de narração tem 185
linhas, 183 foram criadas pelo telencéflao altamente desenvolvido
do autor. Duas linhas são de Cecília Meireles.

AS IMAGENS

O filme inicia com três frases que surgem na tela;

. Este não é um filme de ficção

. Esta não é a sua vida

. Deus não existe

As frases desaparecem em fade e surge um globo girando, como o
início de Casablanca. Aproximação do globo com fusões sucessivas
até um mapa onde se lê "Belém Novo" ou "Porto Alegre". Fusão para
uma plantação de tomates em Belém Novo. Cam na mão avança em
direção a um japonês que está de pé, no meio da plantação. A
partir daí, a câmera mostra exatamente o que o texto diz, da
forma mais didática, óbvia e objetiva possível. Quando o texto
fala em números eles são mostrados num quadro negro ou em
gráficos.



O TEXTO

Estamos em Belém Novo, município de Porto Alegre, Estado do Rio
Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, mais precisamente na
latidude 30 graus, 2 minutos e 15 segundos Sul e longitude 51
graus, 13 minutos e 13 segundos Oeste. Caminhamos neste momento
numa plantação de tomates e podemos ver a frente, em pé, um ser
humano, no caso, um japonês.


Os japoneses se distinguem dos demais seres humanos pelo formato
dos olhos, por seus cabelos lisos e por seus nomes
característicos. O japonês em questão chama-se Toshiro.

Os seres humanos são animais mamíferos, bípedes, que se
distinguem dos outros mamíferos, como a baleia, ou bípedes, como
a galinha principalmente por duas características: o telencéfalo
altamente desenvolvido e o polegar opositor. O telencéfalo
altamente desenvolvido permite aos seres humanos armazenar
informações, relacioná-las, processá-las e entendê-las. O polegar
opositor permite aos seres humanos o movimento de pinça dos dedos
o que, por sua vez, permite a manipulação de precisão.


O telencéfalo altamente desenvolvido somado a capacidade de fazer
o movimento de pinça com os dedos deu ao ser humano a
possibilidade de realizar um sem número de melhoramentos em seu
planeta, entre eles, plantar tomates.

O tomate, ao contrário da baleia, da galinha, dos japoneses e dos
demais seres humanos, é um vegetal. Fruto do tomateiro, o tomate
passou a ser cultivado pelas suas qualidades alimentícias a
partir de 1800. O planeta Terra produz cerca de 28 bilhões de
toneladas de tomates por ano.

O senhor Toshiro, apesar de trabalhar cerca de 12 horas por dia,
é responsável por uma parte muito pequena desta produção. A
utilidade principal do tomate é a alimentação dos seres humanos.
O senhor Toshiro é um japonês e, portanto, um ser humano. No
entanto, o senhor Toshiro não planta os tomates com o intuito de
comê-los. Quase todos os tomates produzidos pelo senhor Thoshiro
são entregues a um supermercado em troca de dinheiro.

O dinheiro foi criado provavelmente por iniciativa de Giges, rei
da Lídia, grande reino da Asia Menor, no século VII Antes de
Cristo. Cristo era um judeu.

Os judeus possuem o telencéfalo altamente desenvolvido e o
polegar opositor. São, portanto, seres humanos.

Até a criação do dinheiro, o sistema econômico vigente era o de
troca direta. A dificuldade de se avaliar a quantidade de tomates
equivalentes a uma galinha e os problemas de uma troca direta de
galinhas por baleias foram os motivadores principais da criação
do dinheiro. A partir do século III A.C. qualquer ação ou objeto
produzido pelos seres humanos, frutos da conjugação de esforços
do telencéfalo altamente desenvolvido com o polegar opositor,
assim como todas as coisas vivas ou não vivas sobre e sob a
terra, tomates, galinhas e baleias, podem ser trocadas por
dinheiro.

Para facilitar a troca de tomates por dinheiro, os seres humanos
criaram os supermercados.

Dona Anete é um bípede, mamífero, possui o telencéfalo altamente
desenvolvido e o polegar opositor. é, portanto, um ser humano.
Não sabemos se ela é judia, mas temos quase certeza que ela não é
japonesa. Ela veio a este supermercado para, entre outras coisas,
trocar seu dinheiro por tomates. Dona Anete obteve seu dinheiro
em troca do trabalho que realiza. Ela utiliza seu telencéfalo
altamente desenvolvido e seu polegar opositor para trocar
perfumes por dinheiro.

Perfumes são líquidos normalmente extraídos das flores que dão
aos seres humanos um cheiro mais agradável que o natural. Dona
Anete não extrai o perfume das flores. Ela troca, com uma
fábrica, uma quantidade determinada de dinheiro por perfumes.
Feito isso, dona Anete caminha de casa em casa trocando os
perfumes por uma quantidade um pouco maior de dinheiro. A
diferença entre estas duas quantidades chama-se lucro. O lucro de
Dona Anete é pequeno se comparado ao lucro da fábrica, mas é o
suficiente para ser trocado por 1 k de tomate e 2 k de carne, no
caso, de porco.

O porco é um mamífero, como os seres humanos e as baleias, porém
quadrúpede. Serve de alimento aos japoneses e aos demais seres
humanos, com exceção dos judeus.

Os alimentos que Dona Anete trocou pelo dinheiro que trocou por
perfumes extraídos das flores, serão totalmente consumidos por
sua família num período de sete dias. Um dia é o intervalo de
tempo que o planeta terra leva para girar completamente sobre o
seu próprio eixo. Meio dia é a hora do almoço. A família é a
comunidade formada por um homem e uma mulher, unidos por laço
matrimonial, e pelos filhos nascidos deste casamento.

Alguns tomates que o senhor Toshiro trocou por dinheiro com o
supermercado e que foram trocados novamente pelo dinheiro que
dona Anete obteve como lucro na troca dos perfumes extraídos das
flores foram transformados em molho para a carne de porco. Um
destes tomates, que segundo o julgamento altamente subjetivo de
dona Anete, não tinha condições de virar molho, foi colocado no
lixo.

Lixo é tudo aquilo que é produzido pelos seres humanos, numa
conjugação de esforços do telencéfalo altamente desenvolvido com
o polegar opositor, e que, segundo o julgamento de um determinado
ser humano, num momento determinado, não tem condições de virar
molho. Uma cidade como Porto Alegre, habitada por mais de um
milhão de seres humanos, produz cerca de 500 toneladas de lixo
por dia.

O lixo atrai todos os tipos de germes e bactérias que, por sua
vez, causam doenças. As doenças prejudicam seriamente o bom
funcionamento dos seres humanos. Além disso, o lixo tem aspecto e
aroma extremamente desagradáveis. Por tudo isso, ele é levado na
sua totalidade para um único lugar, bem longe, onde possa,
livremente, sujar, cheirar mal e atrair doenças.

O lixo é levado para estes lugares por caminhões. Os caminhões
são veículos de carga providos de rodas. Quando da realização
deste documentário, em 1989, os caminhões eram dirigidos por
seres humanos.

Em Porto Alegre, um dos lugares escolhido para que o lixo cheire
mal e atraia doenças foi a Ilha das Flores.

Ilha é uma porção de terra cercada de água por todos os lados. A
água é uma substância inodora, insípida e incolor formada,
teoricamente, por duas moléculas de hidrogênio e uma molécula de
oxigênio. Flores são os órgãos de reprodução das plantas,
geralmente odoríferas e de cores vivas. De flores odoríferas são
extraídos perfumes, como os que do Anete trocou pelo dinheiro que
trocou por tomates.

Há poucas flores na Ilha das Flores. Há, no entanto, muito lixo
e, no meio dele, o tomate que dona Anete julgou inadequado para o
molho da carne de porco. Há também muitos porcos na ilha.

O tomate que dona Anete julgou inadequado para o porco que iria
servir de alimento para sua família pode vir a ser um excelente
alimento para o porco e sua família, no julgamento do porco. Cabe
lembrar que dona Anete tem o telencéfalo altamente desenvolvido
enquanto o porco não tem nem mesmo um polegar, que dirá opositor.

O porco tem, no entanto, um dono. O dono do porco é um ser
humano, com telencéfalo altamente desenvolvido, polegar opositor
e dinheiro. O dono do porco trocou uma pequena parte do seu
dinheiro por um terreno na Ilha das Flores, tornando-se assim,
dono do terreno. Terreno é uma porção de terra que tem um dono e
uma cerca. Este terreno, onde o lixo é depositado, foi cercado
para que os porcos não pudessem sair e para que outros seres
humanos não pudessem entrar, o que faria do dono do porco um
ex-dono de porco.

Os empregados do dono do porco separam no lixo aquilo que é de
origem orgânica daquilo que não é de origem orgânica. De origem
orgânica é tudo aquilo que um dia esteve vivo, na forma animal ou
vegetal. Tomates, galinhas, porcos, flores e papel são de origem
orgânica.

O papel é um material produzido a partir da celulose. São
necessários 300 quilos de madeira para produzir 60 quilos de
celulose. A madeira é o material do qual são compostas as
árvores. As árvores são seres vivos. O papel é industrializado
principalmente na forma de folhas, que servem para escrever ou
embrulhar. Este papel, por exemplo, foi utilizado para elaboração
de uma prova de História da Escola de Segundo Grau Nossa Senhora
das Dores e aplicado à aluna Ana Luiza Nunes, um ser humano.

Uma prova de História é um teste da capacidade do telencéfalo de
um ser humano de recordar dados referentes ao estudo da História,
por exemplo: quem foi Mem de Sá? Quais eram as capitanias
hereditárias? A História é a narração metódica dos fatos
ocorridos na vida dos seres humanos. Recordar é viver.

Os materiais de origem orgânica, como os tomates e as provas de
história, são dados aos porcos como alimento. Durante este
processo, algumas mulheres e crianças esperam no lado de fora da
cerca na Ilha das Flores. Aquilo que os porcos julgarem
inadequados para a sua alimentação, será utilizado na alimentação
destas mulheres e crianças.

Estas mulheres e crianças são seres humanos, com telencéfalo
altamente desenvolvido, polegar opositor e nenhum dinheiro. Elas
não têm dono e, o que é pior, são muitas. Por serem muitas, elas
são organizadas pelos empregados do dono do porco em grupos de
dez e têm a permissão de passar para o lado de dentro da cerca.
Do lado de dentro da cerca elas podem pegar para si todos os
alimentos que os empregados do dono do porco julgaram inadequados
para o porco.

Os empregados do dono do porco estipularam que cada grupo de dez
seres humanos tem cinco minutos para permanecer do lado de dentro
da cerca recolhendo materiais de origem orgânica, como restos de
galinha, tomates e provas de história. Cinco minutos são 300
segundos. Desde 1958, o segundo foi definido como sendo o
equivalente 9 bilhões, 192 milhões, 631 mil 770 mais ou menos 20
ciclos de radiação de um átomo de césio quando não perturbado por
campos exteriores. O césio é um material não orgânico encontrado
no lixo em Goiânia.

O procedimento dos seres humanos que recolhem materiais orgânicos
no lado de dentro da cerca da Ilha das Flores é semelhante apenas
em objetivo ao procedimento de Dona Anete no supermercado. No
supermercado Dona Anete troca o dinheiro que trocou por perfumes
extraídos das flores pelo material orgânico; na Ilha das Flores
os seres humanos não têm dinheiro algum; no supermercado dona
Anete tem o tempo que julgar necessário para apanhar materiais
orgânicos mas não há provas de história disponíveis.

(A partir deste momento a câmera se fixa exclusivamente nas
mulheres e crianças no meio do lixo)

O que coloca os seres humanos da Ilha das Flores numa posição
posterior aos porcos na prioridade de escolha de materiais
orgânicos é o fato de não terem dinheiro nem dono. Os humanos se
diferenciam dos outros animais pelo telencéfalo altamente
desenvolvido, pelo polegar opositor e por serem livres. Livre é o
estado daquele que tem liberdade. Liberdade é uma palavra que o
sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém
que não entenda.


sexta-feira, 12 de abril de 2019

LOGÍSTICA 4.0 SORTER AUTOMATIZAÇÃO SUPPLY CHAIN


LOGÍSTICA 4.0 SORTER AUTOMATIZAÇÃO SUPPLY CHAIN 




Segundo o IMAM, Na cadeia de suprimento(Supply Chain), Logística 4.0, Indústria 4.0, ou a Quarta Revolução Industrial. Tal termo se popularizou nos últimos anos e tem o intuito de inserir a completa automação nas fábricas, através de sistemas ciberfísicos capacitados para realizar autodiagnósticos, autoconfiguração e auto-otimização. Tudo é embasado em tecnologia de ponta, como Inteligência Artificial, Big Data, Internet das Coisas e Computação em Nuvem, a fim de realizar uma junção em redes inteligentes incorporadas a cadeia de suprimentos (Supply Chain). Esta evolução tecnológica traz benefícios para os processos e resultados em qualquer setor do mercado, e na logística não é diferente. Vejamos alguns: Redução de perdas: A perda de mercadorias é um dos principais empecilhos da logística. Afinal, avarias e extravios impactam o aumento dos custos e interferem negativamente nos resultados. Com a aplicação da tecnologia, o monitoramento de armazenagem e distribuição são facilitados. Precisão na análise de dados: Investimento em tecnologia de ponta para obter informações faz com que a logística se torne mais eficiente. Os sistemas utilizadores de Machine Learning, ou seja, com capacidade de identificar padrões e evoluir por conta própria , têm grandes insights que automatizam os processos. Redução de custos: A redução de perdas, otimização do transporte e automatização resultam em uma grande redução de custos operacionais. Por este motivo, a empresa torna-se mais competitiva. Satisfação do Cliente: Ao realizar a implementação da Logística 4.0 a empresa presta um serviço de excelência, aumentando a satisfação do cliente.




Fonte:
https://www.imam.com.br/logistica/noticias/supplychain/3441-o-que-e-logistica-4-0

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Download Grátis Controles em Excel


Download Grátis Controles em Excel


Acesse os links abaixo para ser direcionado as páginas dos segmentos relacionados:

Planilhas em Excel - ADMINISTRAÇÃO



Imagem inline 9Alex Felix Nepomuceno
Desenvolvedor Intralogístico
Gestor da Tecnologia em Logística
General Manager em Controles Excel
Cel.: +55 15 99797-0047
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sábado, 6 de abril de 2019

ARTIGO CIENTÍFICO - PROJETO LOGÍSTICO - INSTALAÇÃO RFID


ARTIGO CIENTÍFICO - PROJETO LOGÍSTICO - INSTALAÇÃO RFID


UNIVERSIDADE DE SOROCABA

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

CURSO DE GESTÃO DA TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA




Alex Felix Nepomuceno
alexfelixnepomuceno@hotmail.com

Charles de Souza Santos
charles-ssantos@hotmail.com

Jaqueline Rodrigues Romão Silva
jaqueline.r.r.s@hotmail.com

Patrícia Bensi Alves
patty_bensi@hotmail.com

Paulo Makoto Ikegami
makoto_japinha@yahoo.com.br

Tiago Alves da Silva
tygo_tiago@hotmail.com





PROJETO LOGÍSTICO DE INSTALAÇÃO INTRALOGÍSTICA DA TECNOLOGIA RFID (RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION) PARA OTIMIZAÇÕES EM CONTROLES, RASTREIOS E IDENTIFICAÇÕES DE MATERIAIS

SOROCABA/SP
2013


Alex Felix Nepomuceno
Charles de Souza Santos
Jaqueline Rodrigues Romão
Patrícia Bensi Alves
Paulo Makoto Ikegami
Tiago Alves da Silva

PROJETO LOGÍSTICO DE INSTALAÇÃO INTRALOGÍSTICA DA TECNOLOGIA RFID (RADIO FREQUENCY IDENTIFICATION) PARA OTIMIZAÇÕES EM CONTROLES, RASTREIOS E IDENTIFICAÇÕES DE MATERIAIS

Projeto desenvolvido através de embasamento prático e teórico, para analisar de forma exploratória e imparcial a aplicação da tecnologia de rádio frequência em processos logísticos em um C.D. (Centro de Distribuição) e seu reflexos otimizadores, com intuito de atender a proposta de trabalho do componente de Gestão de Projetos Logísticos, do curso de Gestão da Tecnologia em Logística, da Universidade de Sorocaba (UNISO).

Orientador: Prof. Esp. Valter de Jesus Martins





SOROCABA/SP
2013


SUMÁRIO

10. DRP......................................................................................................................29








1. Introdução


Demonstração de aplicação da tecnologia RFID (Rádio Frequency Identification), em C.D.’s (Centros de Distribuições), que operam com movimentações, armazenagens, transportes de produtos fracionados em pequenos e ou em grande escala de volumes, tecnologia esta que utiliza de rádio frequência em etiquetas para identificação, controle e rastreio de materiais, com base de conhecimento prático das utilidades da tecnologia através de experiência profissional por parte dos integrantes do projeto em vivência empresarial, utilizando então para modelo de benchmark e direcionamento holístico prático no uso dos instrumentos e suas funcionalidades da tecnologia RFID.
O uso da tecnologia pode transformar as integrações de um processo logístico, gerando sinergia nos controles, nas identificações e no rastreio dos produtos. Nas questões vantajosas dos processos como um todo no uso, para Gonçalves (2010), este sistema agiliza processos e permite dar maior visibilidade aos produtos pelo fato de poder disponibilizar as informações sobre os produtos em volume bem superior ao alcançado hoje com as tecnologias disponíveis e utilizadas.
Em complementação do uso da tecnologia segundo Santini (2008), causa evolução dos processos comerciais no de desenvolvimento de novas metodologias visando aproveitar o melhor uso da tecnologia de forma a permitir a integração e automatização da cadeia de suprimentos. , além da rastreabilidade de produtos (controle de inventário) e de informação (ciclo de vida) acarreta uma melhoria nas operações de gerenciamento e controle. Com isso atinge em contrapartida de segunda alternativa com a tecnologia instalada, o atendimento ao projeto do Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, nominado como “Brasil-ID”, que por meio de um acordo de cooperação técnica firmada em 31 de agosto de 2009 entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Receita Federal e os Estados da União por intermédio de suas Secretarias de Fazenda.
As etiquetas podem ser ótimas geradoras e transmissoras de informações, por poderem armazenar e transmitir informações sobre as condições dos produtos e sua localização. Sua aplicabilidade é muito vasta, abrangendo diversas áreas, indústria, logística, varejo, serviços e saúde. De maneira geral qualquer setor onde seja necessária uma identificação e a leitura de tal, pode-se fazer uso da tecnologia RFID.

2. Escopo


2.1. Objetivos


Projeta-se desenvolver uma análise intralogística de uma instalação tecnológica, dentro de reais situações de produtos existentes (ver Tabela 2), proporções de capacidade (ver Tabela 1) e nos processos de um C.D. (Centro de Distribuição), que a implantação da tecnologia por rádio frequência, através de etiquetas inteligentes (intelligent tags), onde está armazenada a identificação eletrônica dos produtos que esse conjunto de tecnologias, aliadas a um programa de computador auxilia na identificação e no rastreamento dos produtos na cadeia logística de suprimentos. Segundo Coronado (2007), o processo depende dessas etiquetas, pois nelas contém dos dados eletrônicos para identificação dos produtos, e também necessita dos receptores de sinal RFID e de uma rede para transmissão denominada EPC (Eletronic Product Code ou Código Eletrônico de dados).
Conforme Quental Jr. (2006), a aplicabilidade do sistema RFID apresenta uma série de vantagens em relação ao sistema convencional, a saber: as etiquetas de RFID podem ser lidas a distancia maiores, assim como em produtos que não estejam ao seu alcance visual, permitindo um ganho de velocidade, pois enquanto o código de barras exige o escaneamento de um produto de cada vez, um leitor de RFID pode ler centenas de etiquetas ao mesmo tempo.

2.1.1. Justificativa Breve


Conforme nota introdutória ao assunto no site RFID Journal Live! Brasil (2013), “As principais empresas do mundo estão usando RFID em implementações de grande escala para melhorar a eficiência, aumentar a visibilidade, reduzir o encolhimento e alcançar outros benefícios de negócios significativos”. Percebe-se que esta tecnologia por estar com uso globalizado, o mercado aceita de forma flexível às alterações para o uso deste instrumento tecnológico que se destaca em vantagens com sua implementação.



2.2. Justificativas e Benefícios


Nessas afirmações teóricas podem ser visualizadas as diversas possibilidades de aperfeiçoamentos em um C.D. que obtenha dessa tecnologia instalada, que por sua vez esse segmento de armazenamento e distribuição de matérias estão sem em expansão no mercado, abrangendo de forma significativa varias instalações de centros de distribuição que atuam com inúmeros tipos de produtos, onde em processos como o stretching do material se detinha necessariamente antes da identificação do material,  pode-se então ser realizado antecipadamente logo após o picking do material a ser distribuído (ver abrangência do portal próximo de Q1 em Figura 2 e em Anexo Legenda do Layout buscar item Q1 - Envelopadora Semiautomática/Stretch), pois na sequência ao ultrapassar os portais instalados de identificação por meio das tags, constituirá então uma realização da conferência total dos itens, e não parcial, permitindo então o ganho na rapidez, uma vez que o código de barras precisa da leitura de um produto de cada vez, onde anteriormente sem a tecnologia, produto por produto tinha de ser checado para liberação do início do processo de stretching, já um escâner de RFID pode decodificar inúmeras tag’s ao mesmo momento.

2.2.1. Benefícios de Vantagens em Adaptação


Como descreve no site do Brasil-ID, através de um acordo de cooperação técnica firmada em 31 de agosto de 2009 entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Receita Federal e os Estados da União por intermédio de suas Secretarias de Fazenda, formalizou-se o início do Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, nominado como “Brasil-ID”, que se baseia no emprego da tecnologia de Identificação por Radio Frequência (RFID), e outras acessórias integradas para realizar, dentro de um padrão único, a Identificação, Rastreamento e Autenticação de mercadorias em produção e circulação pelo País.
Com aplicação do RFID, de contrapartida o C.D. se adapta dentro dos padrões de um futuro projeto de lei, se adequando antecipadamente, não somente visando, mas já utilizando dos benefícios em padronizar, unificar, interagir, integrar, simplificar, desburocratizar e acelerar o processo de produção e logística.

3. O Projeto Antes, Durante e Depois da Instalação do RFID


            Na sequencia das figuras a seguir, sendo estas do visual de um C.D. antes de ter a tecnologia com sua rede de transmissão e receptores instalada (ver Figura 1), visualiza-se que as instalações são de ocupação mínima de espaços desocupados do armazém (ver Figura 2), pois os portais são instalados nas linhas da cadeia processual de picking (ver Figura 3), sem utilizar de espaço físico, assim economizando em custos de ampliações das áreas em armazéns construídos (ver sequencia do antes, durante e depois nas Figuras 1, 2 e 3) ou moldados sem a intenção e ou conhecimento da existência dessa tecnologia que por sua vez é facilmente adaptável a estes, também de forma independente dos segmentos diversos de produtos existentes no mercado, sejam de quais tipos (ver Tabela 1) e ou dimensionamentos (ver Tabela 2). Complementando a explicação da instalação conforme Santini (2008), por trás da estrutura estão antenas, leitoras, ferramentas de filtragem das informações e sistemas de comunicação.

3.1. Modelos existentes e exemplificações dos portais


Conforme Bhatt & Glover (2007) a tecnologia já vem sendo utilizada no dia a dia, no controle de acesso a prédios, ambientes corporativos, e no ingresso em meios de transporte; ambos com uso de cartões de aproximação. É possível perceber a utilização também em livros e pequenos objetos para evitar furto. No Brasil, um exemplo claro, está nas praças de pedágio das rodovias do estado de São Paulo, o sistema é conhecido como "SEM PARAR", onde um identificador instalado no veículo possibilita a abertura automática da cancela, liberando a passagem. Assim como os itens classificados na Tabela 2, muitos produtos de marcas famosas no segmento de produtos de limpezas são rastreados até o caixa em hipermercados, para efeito de controle de alto fluxo de consumidores, e apenas após a liberação do lacre, que contém a identificação por radio frequência, será possível passar pelos portais de saída do estabelecimento sem que haja o impedimento por processos de segurança.

3.1.2. Tabela 1. Relação de capacidade do Armazém ilustrado nas Figuras

Fonte: NEPOMUCENO; ROMÃO SILVA. Projeto de Layout - Distribuição da armazenagem nas Estanterias, Segundo tabela anexa da Classificação de SKU’s. 2013.

3.1.3. Tabela 2. Tipos de Produtos no Armazém ilustrado nas Figuras

CLASSIFICAÇÃO DE SKU’S ARMAZENADOS
SKU's
ITENS /CAIXA
MASSA   /ITEM
PESO /CAIXA
MEDIDAS DA CAIXA EM MILÍMETROS
ALTO GIRO
FRACIONADO
C
L
A
1
SABÃO EM PÓ
8
1 kg
8
 580
 360
 130
X
X
2
DETERGENTE
24
500 ml
12000
360
240
250
X
-
3
MULTIUSO
24
500 ml
12000
420
280
250
X
X
4
ESPONJA DE AÇO
140
8 g
1120
560
550
250
X
-
5
ESPONJA DE LIMPEZA
60
2 g
120
570
400
490
X
X
6
AMACIANTE
6
2 l
12
360
220
330
-
-
7
SABÃO EM PEDRA
120
200 g
24000
500
290
200
-
X
8
DESINFETANTE 2 LITROS
6
2 l
12
360
210
300
-
-
9
ALCOOL EM GEL
12
500 g
6000
290
220
260
-
X
10
LUSTRA MÓVEIS
16
500 ml
8000
320
190
220
-
-
Fonte: NEPOMUCENO; ROMÃO SILVA. Projeto de Layout - Distribuição da armazenagem nas Estanterias, Segundo tabela anexa da Classificação de SKU’s. 2013.

3.1.4. Figura 1: C.D. (Centro de Distribuição sem/ANTES da instalação).

Fonte: NEPOMUCENO; ROMÃO SILVA. Projeto de Layout - Distribuição da armazenagem nas Estanterias, Segundo tabela anexa da Classificação de SKU’s. 2013.
Figura 2: C.D. (áreas seccionadas para instalações/DURANTE da tecnologia RFID).
Adaptado de NEPOMUCENO; ROMÃO SILVA. Projeto de Layout - Distribuição da armazenagem nas Estanterias, Segundo tabela anexa da Classificação de SKU’s Armazenados - Analise Descritiva e Legenda do Projeto de Layout. 2013.

3.1.5. Figura 3: C.D. (áreas instaladas /DEPOIS da tecnologia implantada).

Adaptado de NEPOMUCENO; ROMÃO SILVA. Projeto de Layout - Distribuição da armazenagem nas Estanterias, Segundo tabela anexa da Classificação de SKU’s Armazenados - Analise Descritiva e Legenda do Projeto de Layout. 2013.

4. Comunicação e Integrações dos Processos


4.1. Tabela 3: Comunicação/Formato tabelado para melhor visualização integrada

Tabela em Excel de elaboração própria (Desenvolvida em conjunto pelos integrantes do projeto).

Tabela com informações diretas, delegando as atividades, fazendo com que documente e seja burocratizado somente aquilo que for realmente necessário. Nas atividades de execuções, foram utilizadas as comunicações verbais, sendo a mais clara e direta, gerando mais agilidade nos processos. Nas atividades, os cargos não estão mencionados na tabela, estes por sua vez, delegam atividades e executam por autonomia sem processos burocráticos, todavia levantada a necessidade de registro, esta então será formalizada para efeito de controles posteriores.

4.2. Descrição dos Cargos atribuídos no projeto


Ø  Alex Felix Nepomuceno: Gerente de Projeto
Ø  Charles de Souza Santos: Supervisor de Planejamentos
Ø  Jaqueline Rodrigues Romão Silva: Supervisora de Processos
Ø  Patrícia Bensi: Coordenadora de Integrações
Ø  Paulo Makoto Ikegami: Supervisor Intralogístico
Ø  Tiago Alves da Silva: Analista de Custos

5. Riscos Mensuráveis e Minimizações de Impactos (Plano “B”)


5.1. Os Riscos


São ocasionadores de perdas ao projeto a ser desenvolvido, concentrar-se na adoção de melhores práticas de gerenciamento de riscos, permite uma melhor gestão dos limites de riscos aceitáveis, para obter ganhos consideráveis, e estes classificam-se como fatores de riscos do tipo:

5.1.1. Risco Operacional


Refere-se às perdas potenciais resultantes de sistemas inadequados, falha da gerencia, controles defeituosos, fraude e erro humano.

5.1.2. Risco de Fator Humano


É definido como uma forma especial de risco operacional. Relaciona-se às perdas que podem resultar em erros humanos como apertar o botão errado em um computador, inadvertidamente destruir um arquivo ou inserir um valor errado para um parâmetro de entrada de um modelo.

5.1.3. Risco de Mercado


Este risco ocorre quando mudanças nos preços e nas taxas no mercado financeiro reduzam o valor das posições de um título ou de uma carteira. Sendo este um dos riscos deve ser ponderado e estudado, pois devido às aquisições serem realizadas através de importações, os materiais para instalação da tecnologia RFID podem sofrer uma elevação inesperada nos orçamentos previstos, sendo necessária uma estipulação adequada para que o orçamento seja suficiente e o custo dessa operação de compra possa ser revertido em lucro.



5.2. Riscos referentes à Instalação da Tecnologia RFID


·         Aumento do custo significativo do que foi orçado como: preços dos materiais utilizados na estrutura do CD decorrente de variações em fatores de mercado como taxas de juros, taxas de câmbio e ações;
Plano B: Falta de consistência e adequação dos sistemas de informação, processamento e controle de operações.
Plano C: Testes realizados antes da inauguração do CD.

·         Falha no gerenciamento de recurso;
Plano B: Treinamento sobre planejamento dos recursos.

·         Fugir do prazo acordado para a entrega do projeto;
Plano B: Criar um cronograma estipulando datas e realizar um check list para acompanhamento do mesmo.

·         Falha ou atraso na data da entrega da mercadoria, equipamento, etc;
Plano B: Estipular multa para cada dia de atraso dos fornecedores.

·         Compra de produtos de baixa qualidade, comprometendo a estrutura do CD, seja: equipamentos, tecnologia, sistemas;
Plano B: Pesquisa de mercado verificando quais os melhores produtos para uma adequada requisição.

·         Falha na leitura das tags pelo uso de materiais metálicos e condutivos afetarem o alcance de transmissão das antenas;
Plano B: Testes antes do efetivo uso, para que possam estar trocando o tipo de produto.






5.3. Riscos em relação aos Recursos Humanos e Materiais


·         Admissão de profissionais não qualificados para realização do projeto quanto à estrutura;
Plano B: Capacitação/Treinamento.

·         Contratar uma empresa terceirizada não qualificada para execução da implantação da estrutura das antenas RFID;
Plano B: Multa por não cumprir o que foi acordado no contrato.

·         Não tem no Brasil mercadoria que comporte tamanha estrutura e com qualidade garantida;
Plano B: Importação de mercadorias que atendam a esses requisitos.



















6. Orçamento


6.1. Tabela 4: Planilha de orçamento dos equipamentos para as instalações

Tabela em Excel de elaboração própria (Desenvolvida em conjunto pelos integrantes do projeto).

6.2. Descrição do Orçamento


A quantidade total do kit Portal RFID, atende a proporção para instalação referente à Figura 3 que ilustra as instalações finalizadas, onde os demais itens relacionam em mesma distribuição de necessidades quantitativas sobre os itens correlacionados.
          Onde as quantidades dos portais orçamentados são necessárias de forma atributiva, para controle dos acessos de entradas e saídas nos fluxos internos de matérias no armazém.
            A tag unitária em orçamento é necessária para o tipo de controle que será usado nesse C.D., onde o levantamento da utilização da quantidade de paletes será de acordo com a capacidade de posições/paletes que serão levantadas posteriormente após a aplicação. Onde esse custo unitário será acrescido de acordo com o fluxo de materiais no armazém, onde estes acondicionados nos paletes etiquetados determinarão as quantidades de utilizações unitárias de tags de RFID.

7. Cronograma do Projeto (Gráfico de Gantt)

7.1. Tabela 5: Gráfico de Gantt – Uso: Ferramenta Gratuita Online para Elaboração

7.2. Descrição explanatória do cronograma e qualidade


No Gráfico de Gantt os tempos das atividades estão em trimestres, onde as atividades de requisitos, implementação, testes e documentação obtém uma duração total de seis meses. Ponderado um tempo de somatória maior na aquisição dos materiais, uma vez que o material é importado, eliminando assim possíveis riscos em atrasos que possam acorrer no projeto, devidos a presumíveis e eventuais retrocessos que normalmente ocorrem nos desembaraços das mercadorias tipo importação, que possuem muito mais barreiras do que para exportações de produtos, dessa forma proporcionando qualidade no prazo previsto da implementação do projeto com este presumível risco minimizado por antecipação com plano B funcional que se aplica neste projeto.

  • Para o projeto ser realizado no prazo e no tempo adequado, previsto em cronograma. Nas aquisições de foram utilizadas especificações como no tamanho do C.D., quantidade de itens, formas de palatização, treinamento para o uso da ferramenta e equipamentos, tempo de implementação do software capacidade funcional do mesmo.
  • Após a escolha de fornecedor, foram levantados os riscos que poderiam acarretar atraso significativo do projeto, para que estes riscos fossem minimizados ou contornados, foram estipulados planos de ações, planos “B” e C, estes riscos levantados foram colocados acrescentando tempo em cronograma para que tivéssemos tempo hábil ponderando imprevistos.
  • Foram estabelecidos os processos para a implementação do projeto logístico através de consideração todos os riscos, tempo de processos para a implementação do projeto tudo relacionado ao cronograma.
  • Para que todos os envolvidos tivessem ciência dos processos de desenvolvimento do projeto foram estabelecidas reuniões em datas estratégicas, registros, documentações, etc.


8. Anexos


8.1. Legenda do Layout - Informações vinculadas às necessidades do CD


A1 - Empilhadeira Trilateral: Utilizadas em estruturas com corredores estreitos (cerca de 1,6 m), pois eliminam a necessidade de manobras. Sua aplicação deve ser feita em situações nas quais o custo de área ou outros fatores aconselhem estruturas que permitam maior aproveitamento para estocagem.
Dimensão do corredor: 
Largura de 1.600 mm para pallets com 1.000mm de profundidade;
 
Largura de 1.800 mm para pallets com 1.200mm de profundidade;
 
Corredores estreitos mais espaço  para Armazenar.
Segurança para transitar e armazenar: Rolos laterais adaptados para guiar a empilhadeira nos corredores através de Trilhos Guias (Com a empilhadeira guiada entre os trilhos, mantem-se sempre a mesma distancia das prateleiras). Acionando o deslocamento lateral dos garfos até o final do curso, chega-se; a posição correta para depositar a carga na estrutura porta pallets, eliminando a necessidade de movimentação de toda estrutura da empilhadeira, gerando aproveitamento de espaço físico.

B1 – Estanteria para estocagem/ Separação Dinâmica – Flow Rack: Verticalização, alta densidade, boa seletividade, alta velocidade de separação, bom para itens de alto giro e aplicável principio FIFO/PEPS.
Capacidade de Separação:
Espaço de 2500 mm para alimentação do fracionamento das estanterias de três camadas estruturadas com separadores dinâmicos tendo 14 compartimentos para estocagem de SKU’s por camada.
Capacidade Total: Quatro estanterias, total de 56 compartimentos para estocagem de SKU’s para picking.
Capacidades de armazenagem: Cinco níveis com espaçamento de altura de 1,5 m, cada nível com Nove posições pallets.
Capacidade Total: 45 posições pallets.










FI 01 ao FI 09/ FO 01 ao FO 09 - Estrutura Porta Pallets Dinâmica– FIFO: Estrutura inclinada provida de roletes transportadores, conforme os pallets são removidos na extremidade de retirada, os pallets anteriores ocupam automaticamente por gravidade o lugar vago para próxima retirada. Com sua aplicação é possível obter, verticalização, alta densidade, media seletividade, porém com definições de SKU’s por filas a vantagem de seletividade torna-se alta, e estrutura é boa para itens de alto giro, podendo com facilidade atender a uma necessidade de estocagem FIFO.
Capacidade de armazenagem: Nove Fileiras com seis níveis de espaçamento de altura de 1,5 m, cada fileira com cinco posições pallets.
Capacidade Total por Fileiras: 30 posições pallets.
Capacidade Total de posição Pallets: 270 posições pallets.

D1 - Pallets de tamanho PBR 1,00 m x 1,20m Quatro Entradas Com estrutura especial: Os Pallets foram Armazenados na profundidade de 1000 mm para ganho de área horizontal no Armazém, e para determinação de largura do corredor de 1,60, possibilitando a utilização de empilhadeira Trilateral na operação de armazenagem com entrada frontal e saída traseira.

G1 – Corredores Estreitos: Maior aproveitamento de espaço físico, largura de 1600 mm para trânsito de empilhadeiras trilaterais para pallets armazenados na profundidade de 1000 mm.

G2 - Corredores Estreitos Manobráveis: Médio aproveitamento de espaço físico, largura de 2100 mm para trânsito de empilhadeiras trilaterais para pallets armazenados na profundidade de 1000 mm, para realizar manobra de transferência de estrutura porta pallets para Estanteria com níveis de estocagem acoplados às prateleiras de Separação Dinâmica.

H1 – Niveladores de Cais de Carga: Auxiliam na altura para acesso dos equipamentos para carga e descarga, onde as paleteiras elétricas são suficientes para carga e descarga, pois dispõem de autossuficiência na tração, não necessitando então de uma tração humana em situações de níveis elevados no alinhamento entre a plataforma e o veículo, diminuindo risco de acidentes.

J1 – Paleteiras Elétricas: São suficientes para carga e descarga, pois dispõem de autossuficiência na tração, não necessitando então de uma tração humana em situações de níveis elevados no alinhamento entre a plataforma e o veículo através dos niveladores de cais de carga, diminuindo risco de acidentes. Capacidade: 2,5t




L1 - Área de Descarregamento/Movimentação e Pack: Local definido para preparação do material, separação, embalagem, etiquetagem, rápido fluxo, etc. Tendo 32 metros quadrados, onde o fluxo de estocagem, tanto no armazenamento e na retirada não se cruzam, evitando gargalo na área, pois a estrutura porta o sistema FIFO, sendo então acessos definidos para diferentes necessidades, diminuindo em alta escala o numero de movimentos entre os corredores.

M1 – Total de duas Docas de Recebimento Largura 2,7 m
M2 – Total de duas Docas de Expedição Largura 2,7 m
Obs.: M1/M2 – Docas localizadas somente em duas extremidades do armazém, criando facilidade de deslocamento entre as entradas e saídas, diminuindo o gargalo que o transito de veículos causam em na maioria dos armazéns não estudados antes de serem construídos.

N1 - Carrinho de Plataforma: Capacidade de 400 kg, sendo útil para seleção de produtos com saída sem unitização, para um carregamento fracionado sem utilização de pallet.

P1 - Tapete Transportador: Esteira automatizada com acionamento manual, acoplado com final de linha por Transportador de Rolos por impulsão, para deslocamento otimizado dos itens fracionados no picking.

Q1 - Envelopadora Semiautomática/Stretch: Máquina com plataforma giratória de carga, para otimizar o processo de unitização com stretch.


















8.2. Mini Bio

8.2.1 ALEX FELIX NEPOMUCENO

MINI-BIO (Short-Bio)
Iniciou no mercado de trabalho dentro da Cadeia de Suprimentos no segmento de ligação Transporte.
*Ao longo de oito (08) anos atuando com dedicação nessa mesma área, com finalidade de resultado no crescimento em conhecimentos galgados e especialização através das diversas funções e responsabilidades atribuídas, isso em diversas prestações dentro desse segmento de ligações, passando pelo Rodoviário, Locações e Remoções, Transportes Especiais, Produtos Alimentícios e Perigosos. E atualmente atuando com Cross-Docking e Fracionamento abastecido de Overnigths como cargo de Controlador de Tráfego (Assistente Operacional), programador e controller de atividades em Milk-Run nas operações regionais.
*Universitário na instituição de ensino superior UNISO: Informações de destaques relevantes:
ü  MELHOR PROJETOElaboração Interdisciplinar de Diagnóstico Logístico com embasamento teórico e Prático por Estudo de Caso - 4º Semestre em 2013.
ü  ALUNO TOP Condecoração Certificada, Excelência em Desempenho - 3º Semestre em 2013.
ü  PROJETO INTRALOGÍSTICO DE LAYOUTCriação de Planilha Eletrônica/Excel - Simulação de Melhor Aproveitamento em Acondicionamento de Volumes em PBR. (Projeto aprovado pela coordenadoria para implantação e utilização em Laboratório Acadêmico Logístico) - 3º Semestre em 2013.
Socialmente, pratica esporte radical, In-line Urban (Roller), tem preferencia em frequentar bares munidos de cervejas artesanais, ou cervejarias com empórios anexos.
Pessoalmente, enxerga a vida como uma etapa de experiência contínua, com crença no princípio da criação, e na ética comportamental sempre se colocando na posição de criatura perante a existência nesse mundo.


8.2.2. CHARLES DE SOUZA SANTOS

MINI-BIO (Short-Bio)
Carreira profissional na indústria iniciada em 2008, na área de produção, onde teve oportunidade de exercer a função de líder de produção, que lhe proporcionou desenvolver sua comunicação e gestão de pessoas. 
Hoje trabalha na área de logística em uma empresa de maquinas e equipamentos agrícola e de construção com atividades de picking, atua também como auditor interno do programa 5 S. Busca capacitar se cada vez mais para assim conquistar melhores oportunidades profissionais.
Pessoalmente, tem como hobby a musica, onde toca bateria em uma banda na igreja, pratica esportes eventualmente e valoriza o convívio em família.

“Por Ele dais ao mundo todo bem e toda graça.”














8.2.3. JAQUELINE RODRIGUES ROMÃO SILVA

MINI-BIO (Short-Bio)
Iniciou sua carreira em 2011 como Atendente de Restaurante, se formou como Técnica em Nutrição e Dietética pela instituição SENAC.
No decorrer da sua trajetória em concessionárias terceirizadas, trabalhou no auxilio da gestão das unidades, obtendo conhecimento e experiência no segmento e consecutivamente atingindo cargos de gestão na área.
Atualmente, atua como Gerente de Restaurante na empresa Consuma Serviços de Alimentação.
No aspecto de capacitação profissional, está no último semestre do curso de Tecnologia em Logística na Universidade de Sorocaba (UNISO), ingressou na universidade com o objetivo de agregar conhecimento de gestão logística, na ampliação da visão sistêmica para aplicação no segmento de atuação.

















8.2.4. PATRÍCIA BENSI ALVES

MINI-BIO (Short-Bio)
Iniciou a carreira profissional 2005 onde atuou no comercio na área administrativa, com a intenção de ingressar na indústria iniciou o curso de Logística na universidade de Sorocaba, apenas dois messes após inicio do curso ingressou em um estagio na Cervejaria Petrópolis do qual esta até hoje. Começou trabalhando no setor PCP onde era responsável por auxiliar na área de fretes, no controle de CPEDS, lançamento de CTes entre outras funções da Área. Atualmente trabalha no almoxarifado, onde é responsável pelo estoque de uma Boutique que existe dentro da empresa, garantindo acuracidade do estoque, fazendo pedidos de transferência entre unidades para atender as vendas da Boutique. 
Pessoalmente gosta de passear e viajar, ver filmes e ouvir musica.


















8.2.5. PAULO MAKOTO IKEGAMI

MINI-BIO (Short-Bio)
Iniciou no mercado de trabalho dentro de uma empresa familiar onde no mercado o segmento da empresa era de manutenção e fabricação de válvulas de alta performance, nesta empesa pude atuar em todos os setores.
No decorrer de um ano ingressei no projeto de menor aprendiz, neste período como aprendiz pode me capacitar e desenvolver, em diversas áreas da empresa, pincipalmente a área de logística da mesma.
Após realizar um técnico administrativo, dentro do projeto de aprendiz ingressei no curso de Gestão Tecnológica em Logística para pode me capacitar ainda mais ao segmento que atuava, Hoje continuo na empresa que no qual ingressei como menor aprendiz, e atuo no controle e planejamento de produção.
Socialmente, pratico artes marciais, entre elas o muay thay, frequento bares e lugares onde possa me sentir bem e socializa com amigos e família.
Pessoalmente, levo a vida de forma simples e calma, sempre prezando a vida e a família.







8.2.6. TIAGO ALVES DA SILVA


MINI-BIO (Short-Bio)
Administrador, Especialista em Operações e Logística e futuro tecnólogo em Logística.
Atualmente colaborador da Universidade de Sorocaba - UNISO, no setor Assessoria Acadêmica, setor este que cuida de todos os cursos da Universidade, desde sua abertura, acompanhamento e avaliações com o MEC.
Pessoalmente, faz parte da Diretoria de um time de futsal da cidade. Aproveita os finais de semana para sair com a noiva em bares, shoppings e curtir os familiares.

























9. Referências Bibliográficas


CORONADO, Osmar. Logística Integrada. São Paulo: Atlas, 2007

GONÇALVES; Paulo Sérgio; Administração de Materiais; Pgs; 337,339 e 340; 2010.

SANTINI, Arthur Gambin, RFID: Conceitos, Aplicabilidade e Impactos. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Ciências Moderna, 2008.

SITE BRASIL-ID - Objetivo do Projeto, Objetivos Específicos do Projeto. Disponível em: <http://www.brasil-id.org.br/sobre.asp>. Acesso em: 19 out. 2013.

SITE BRASIL-ID - APRESENTAÇÃO     do Brasil-ID no CONIP em São Paulo. Disponível em: <http://www.brasil-id.org.br/arquivos/apresentacoes/Brasil-ID_CONIP.pdf >. Acesso em: 19 out. 2013.

QUENTAL JR., Antonio J.J, Adoção e implantação de RFID, uma visão gerencial da cadeia de suprimentos. São Paulo, 2006. 155p. Monografia (pós-graduação lato sensu MBIS – Master in Business Information Systems) - Pontifícia Universidade Católica, São Paulo.

SANTINI, Arthur Gambin, RFID: Conceitos, Aplicabilidade e Impactos. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Ciências Moderna, 2008.

NEPOMUCENO, Alex Felix; ROMÃO SILVA, Jaqueline Rodrigues. Projeto de Laytout - Distribuição da armazenagem nas Estanterias, Segundo tabela anexa da Classificação de SKU’s Armazenados - Analise Descritiva e Legenda do Projeto de Layout. 2013

BHATT, H.; GLOVER, B. Fundamentos de RFID: Rio de Janeiro:Altas Books, 2007.
RFID Vantagens e Desvantagens. Identificação por Rádio Frequência. Disponível em: <http://www.gta.ufrj.br/grad/12_1/rfid/links/vantagens_e_desvantagens.html>. Acesso em: 26 out. 13.

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